quarta-feira, 21 de abril de 2010

........Rio.....baldo.......

Olhos mudo e boca sedenta
num coração desertado de diadorim.
Pra conter o naturalismo só uma dose e meia de romantismo,
mande o litro, que tenho sede.

Me erre e sangre esse açude
A arte do roubo é diferente do furto e da subtração.
Anti social não é antisaciável.

sábado, 3 de abril de 2010

....................................tudo está salgado.

Todas as ondas estão paradas
quero esta onde elas repousam
por decreto trabalhista
a malandragem ausentou-se.

Só a sede insistente.

quinta-feira, 4 de março de 2010

...........................passando o pano nessa dor....

Bomba no Iraque,
terremoto no Chile
ressaca de maré.....
e novamente o sol nasceu 24h depois....
quero esquecer,
virou ouro
deixa quieto.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

................................eleétricidade.


Água pra lavar
o sal desse mundo
do real
e do invisível...
É cedo
e a sede é irreversível
derramada de suor
entre a vaga
que vaga
à tua eletricidade
e desencanto.